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BARCO RABELO (Versão Leve do Blog BR - VILLA REGULA)
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quinta-feira, 10 de setembro de 2009

CÂMARA DA RÉGUA PRIVATIZA A ÁGUA

NUNO GONÇALVES - RÉGUA COM FUTURO
(Realidades) 10-09-2009 – Villa Regula

Câmara da Régua PRIVATIZA a ÁGUA e por isso ela vai custar mais aos reguenses.

A Câmara da Régua acaba de assinar o contrato de PRIVATIZAÇÃO da ÁGUA com as Águas de Trás-os-Montes. Isto significa que oportunamente a água aos reguenses vai custar muito mais cara - hoje cerca de 26 cêntimos o m3, brevemente passará para muito perto dos 50 cêntimos o m3, será só quase uma subida para o dobro.
Provavelmente estes preços entrarão em vigor em Janeiro do próximo ano de 2010.
A candidatura do Eng. Nuno Gonçalves devia afixar cartazes gigantes na cidade da Régua a dar a conhecer aos reguenses esta situação.
É este o trabalho e o rumo do actual executivo, que pretende manter?
Pobre dos reguenses que vão passar a pagar a água muito mais cara e que se vai fazer sentir nas famílias mais desfavorecidas agravando assim ainda mais as dificuldades.
A ÁGUA É UM BEM PRECIOSO QUE NÃO É DE NINGUÉM, MAS SIM DE TODA A GENTE. Aguardo a colocação de cartazes a dar a conhecer a subida dos preços da água aos reguenses.
Sim porque a campanha eleitoral é para esclarecer e dar a conhecer os programas eleitorais aos reguenses!

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OS TAIS "JOBS" SÃO APENAS PARA OS "BOYS"…

JSD RÉGUA - JUVENTUDE PROCURA-SE!... (1)

(Anónimo) 10-09-2009 – Villa Regula

JSD??? JS??? JA???? NG??? Ou o que quer que seja. Seja que partido for, o principal objectivo é: "jobs for the boys". Foi no passado, é no presente e assim será no futuro. Não interessa a cor de quem lá está. Os amigos (os boys) estes conseguem. Agora o povo, os filhos do povinho, não se iludam com promessas do "ajuda-me na campanha que eu arranjo-te um job". Os filhos do povo só progridem lutando fora da terrinha. No final das campanhas, os tais "jobs" são apenas para os "boys", tenham eles capacidades ou não. O povinho continua à espera do cumprimento das promessas "...connosco não existiram cunhas..." que nunca serão cumpridos. Não se iludam, depois de lá estarem fecham os olhos e são todos iguais.

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sexta-feira, 4 de setembro de 2009

CDS-PP, APRESENTAÇÃO DA CANDIDATURA AO PESO DA RÉGUA

Hoje, pelas 21h00, vai realizar-se no Cais da Régua a apresentação dos candidatos do CDS-PP às Eleições Autárquicas do Peso da Régua. O evento conta com a presença dos artistas Giovanni e Nuno Pinto.

Informação CDS-PP

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quinta-feira, 3 de setembro de 2009

INFOMAIL NUNO GONÇALVES

Caro(a) Munícipe,

As eleições Autárquicas de 11 de Outubro vão decidir qual a orientação da gestão do Concelho para os próximos quatro anos.

Temos agora um rumo bem definido e, apesar do muito trabalho já realizado, é necessário dar continuidade ao projecto iniciado e que pretendemos consolidar.

Realizámos o trabalho a que nos comprometemos nas últimas eleições, lançando Peso da Régua numa rota de desenvolvimento e competitividade que o afirmam na região, no País e no Mundo.
Seria, a meu ver, desastroso para o futuro do Concelho interromper o trabalho e o rumo implementados, razão pela qual me candidato a um novo mandato.

Apresento-me, assim, de consciência tranquila, ciente do dever cumprido e da responsabilidade que agora assumo, na certeza que o nosso Concelho tem agora um futuro assegurado, que todos ambicionamos.

Com o vosso apoio, juntos, vamos continuar a construir esse futuro

Um abraço amigo

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quarta-feira, 26 de agosto de 2009

CDS-PP - É "CHEGADO O MOMENTO DA MUDANÇA" NO PESO DA RÉGUA


"Mais do que uma mulher de armas", ERNESTINA FERREIRA é uma "MÁQUINA"!

É assim que Paulo Portas define a candidata do CDS-PP à Câmara da Régua.

Ernestina Ferreira, advogada, 38 anos, natural de Peso da Régua, acredita que é "Chegado o momento da mudança" no concelho duriense.

Depois do PS e PSD se alternarem no poder nos últimos anos, a Candidata assume como objectivo da sua candidatura ganhar as próximas eleições no Concelho de Peso da Régua.

Para tanto, afirmou: "Basta que os Reguenses acreditem!" e que "acreditem que a mudança é possível".
A reforçar a candidatura e a posição de Ernestina Ferreira, Paulo Portas afirmou que o CDS-PP não é delegação de nenhum outro partido, é um partido autónomo e como tal ACREDITA nesta candidatura e nesta liderança.

A candidata popular quer transformar a Régua numa cidade mais atraente, capaz de fixar e de atrair diferentes grupos de pessoas.

Aponta como sectores estratégicos a mudança em vários sectores, nomeadamente no "turismo" que considera "estratégico" para o desenvolvimento do concelho; para tanto anunciou já a criação do "Gabinete de Coordenação à Internacionalização do Peso da Régua" e a transformação desta cidade no "principal pólo de turismo a nível nacional e internacional".

A criação dum Parque Empresarial no Concelho, é também prioritário para a candidata popular, bem como o reforço aos incentivos às micro, pequenas e médias empresas. Porque a Régua está inserida na Região Demarcada do Douro, Ernestina Ferreira garante uma participação activa por parte do poder local na "política agrícola" e na defesa dos viticultores durienses.

Os jovens e a terceira idade vão ter também uma atenção especial por parte do CDS-PP, afirma a candidata.

No que respeita ao encerramento da urgência do Hospital D. Luiz por parte do Ministério da Saúde, a candidata defende a necessidade de fazer justiça na "saúde" do concelho!

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terça-feira, 18 de agosto de 2009

NUNO GONÇALVES - RÉGUA COM FUTURO


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PS RÉGUA - INFOMAIL SOBRE SAÚDE


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Fonte: http://www.jalmeida2009.psregua.com/

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domingo, 16 de agosto de 2009

NOVOS DESAFIOS, NOVAS SOLUÇÕES!

Aposta no Turismo

Competitividade e Emprego
Urbanismo

Solideriedade Social

Hospital Aberto 24 Horas

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quarta-feira, 12 de agosto de 2009

APRESENTAÇÃO DO DR JORGE ALMEIDA

11 de Agosto de 2009
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domingo, 9 de agosto de 2009

CDS-PP APRESENTA CANDIDATURA À CÂMARA DA RÉGUA

1-
Autárquicas: Advogada Ernestina Ferreira é a candidata do CDS à Câmara da Régua
08 de Agosto de 2009, 23:58

Peso da Régua, 08 Ago (Lusa) - O CDS-PP anunciou hoje a candidatura da advogada Ernestina Ferreira à Câmara da Régua, numa iniciativa que contou com a presença do presidente do partido, Paulo Portas.

Ernestina Ferreira, 38 anos e natural do Peso da Régua, é também a cabeça-de-lista do CDS pelo distrito de Vila Real para as eleições legislativas.

A candidata diz que é "chegado o momento da mudança" no concelho duriense, depois do PS e PSD se alternarem no poder nos últimos anos.

2-
O CDS-PP anunciou hoje a candidatura da advogada Ernestina Ferreira à Câmara da Régua, numa iniciativa que contou com a presença do presidente do partido, Paulo Portas.
Ernestina Ferreira, 38 anos e natural do Peso da Régua, é também a cabeça-de-lista do CDS pelo distrito de Vila Real para as eleições legislativas.

A candidata diz que é "chegado o momento da mudança" no concelho duriense, depois do PS e PSD se alternarem no poder nos últimos anos.

Nas próximas autárquicas, Ernestina Ferreira vai enfrentar o actual presidente da Câmara da Régua, Nuno Gonçalves (PSD), Jorge Almeida (PS) e António Serafim (CDU).

A candidata popular quer transformar a Régua numa cidade mais "atraente e sexy" e apostar num sector que considera "estratégico" para o desenvolvimento do concelho: o turismo.

Se for eleita, anunciou a criação do Gabinete de Coordenação à Internacionalização do Peso da Régua e a transformação desta cidade no "principal pólo de turismo a nível nacional".

Os jovens e a terceira idade vão ter uma atenção especial por parte do CDS-PP, promete a candidata, que quer ainda criar um Parque Empresarial e reforçar os incentivos à instalação de pequenas e médias empresas.

Porque a Régua está inserida na Região Demarcada do Douro, Ernestina Ferreira garantiu uma participação na "política agrícola" e na defesa dos viticultores durienses.

Depois o encerramento da urgência do Hospital D.Luiz por parte do Ministério da Saúde, a candidata defendeu a necessidade de fazer justiça na "saúde" do concelho e salientou a necessidade de uma "urgência a funcionar verdadeiramente durante 24 horas por dia".

Paulo Portas começou por dizer que, "mais do que uma mulher de armas", Ernestina Ferreira é uma "máquina".

Salientou ainda que "todo o esforço que o CDS vai fazer nas próximas eleições é para que Portugal tenha um Governo a favor de quem trabalha".

"Isto significa um Governo a favor dos jovens que querem trabalhar, de quem trabalha no duro e é massacrado com impostos, e não um Governo que favorece os que não queiram trabalhar, mas querem viver à custa do contribuinte", frisou.

Paulo Portas deixou ainda um alerta à classe média portuguesa para que "tome cuidado com as propostas socialistas em matéria de impostos".

"Nós já temos um IRS com sete escalões. Se querem complicá-lo ainda mais isso significa que alguém que, por exemplo, está na classe média baixa mas quer trabalhar mais para ganhar um bocadinho mais, imediatamente vai subir de escalão e de taxa e tudo aquilo que ganhou a mais vai entregar ao Estado", salientou.

Defendeu que o "Estado não deve abocanhar imediatamente com impostos, taxas e contribuições, tudo aquilo que é o esforço de quem trabalha e de quem cria empregos".

Porque diz que o CDS não faz campanha "só com camaradas", depois da apresentação dos candidatos, Paulo Portas e a sua comitiva seguiram para o Festival das Francesinhas, organizada pela Câmara da Régua, onde inclusive cumprimentou o autarca social-democrata.

CDS/DD
in http://www.cds.pt/rubricas.aspx?id_seccao=45&id_rubrica=2344

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quarta-feira, 24 de junho de 2009

JORGE ALMEIDA - DISCURSO DE APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURA


Meus Amigos, Caros Reguenses:

No contexto da evolução das sociedades, das economias, da história do poder local democrático no nosso país, resulta a inevitabilidade dos municípios virem a assumir paulatinamente cada vez mais competências. Umas, delegadas pela administração central, já em prática, e outras derivadas da assunção das Câmaras ao conceito de governo local, com todas as implicações que esse conceito encerra, sobretudo nas vertentes sociais e económicas.

No momento actual, tendo presente os indicadores demográficos e de poder de compra, tendo em consideração a dimensão do tecido empresarial do nosso concelho, urge introduzir uma nova orientação para as políticas autárquicas. Nos últimos anos perdemos população, perdemos comércio, perdemos investimento. Todos os anos nos vamos apercebendo que temos uma economia local mais fraca e menos oportunidades de emprego. Todos os anos nos apercebemos que concelhos vizinhos como Sabrosa, Alijó, Santa Marta, Resende, ou Baião, conseguem imprimir dinâmicas autárquicas com outra dimensão.

Só uma nova geração de políticas autárquicas será capaz de aproveitar todo o nosso potencial endógeno e as janelas de oportunidade que se nos colocam.

A nossa terra foi classificada como a Cidade Internacional da Vinha e do Vinho. Ainda nos lembramos todos. Uma classificação que hoje deveria estar a ser potenciada numa lógica de centralidade, capitalidade e liderança do país vinhateiro do Alto-Douro. Mas não é assim que tem acontecido. Isso passa à margem dos actuais responsáveis da autarquia.

A Régua com o PS vai imprimir uma liderança regional, numa lógica de Rede Urbana para a Competitividade e Inovação.

Hoje, no mundo global, as empresas competem pelos mercados. Mas os territórios, os concelhos, as regiões, lideradas por autarquias com políticas de nova geração, competem pelos investimentos, pelos recursos humanos qualificados, por talentos, pela organização de eventos nacionais e internacionais, pela atracção de visitantes.

É imprescindível para o nosso desenvolvimento ter uma autarquia que a partir dos grandes activos que são o vinho e o turismo, seja capaz de promover uma politica direccionada para a inovação, para o desenvolvimento e a competitividade, uma autarquia que faça instalar no concelho um Polo de Competitividade para a fileira do vinho, juntando em Rede, o conhecimento, os saberes, a inovação, as Escolas, Universidades, Associações de Produtores, Associações de Desenvolvimento e Experimentação, e um Parque Tecnológico e Empresarial, com condições de acolher novas empresas, os grandes comerciantes de vinho, em especial os Exportadores de Gaia.

A história dos povos e das civilizações não anda para trás. E candeia que vai à frente, como diz o povo, ilumina duas vezes. Temos que estar à frente. Temos que liderar este processo. O vinho tratado ou vinho do Porto, vai para Gaia, a granel, desde o século XVI. Ia de Rabelo. Depois passou a ir de auto-tanque. E hoje, na era das novas tecnologias, faz algum sentido, que continue a ser transportado para o litoral? Para um Entreposto com acessibilidades tão difíceis? Aqui, no Douro, na Régua, estamos mais perto, por auto-estrada, das capitais europeias do que Gaia. E temos um rio navegável que nos permite a partir de agora, construídos que foram os molhes da Foz do Douro, expedir um contentor, daqui para qualquer porto europeu.

O vinho do Porto vende anualmente 400 Milhões de euros. Só 1/3 fica na Região. Esta é a realidade pura e dura. Não podemos prescindir daquela cadeia de valor que tem a ver com a lotagem, envelhecimento, engarrafamento e expedição. Precisamos de alterar este ciclo, criando as condições logísticas, materiais e imateriais para instalar no nosso território aquelas empresas exportadoras, e beneficiar do emprego qualificado e das externalidades daquele negócio.

Em Janeiro de 2006, fomos autores, e aprovámos na Assembleia da República um Projecto de Resolução de medidas de apoio à região, onde constava também a criação de benefícios fiscais para as empresas de vinho que se deslocalizem do litoral para o interior. Mas este desiderato só poderá ter consequência se localmente forem criadas as condições para o acolhimento das empresas, a sua instalação, a facilitação do seu licenciamento, bem como a criação de vantagens fiscais autárquicas.

É uma autarquia virada para a economia, uma autarquia que assuma uma mudança de paradigma, que eu proponho aos reguenses. O futuro começa hoje, começa agora, com politicas autárquicas de nova geração.

Cidade Internacional da Vinha e do Vinho, Douro e Porto, marcas fortes, assentes em turismo e em vinho que têm que ser potenciadas ao máximo pelas novas políticas autárquicas.

A Régua tem que assumir também, definitiva e consistentemente, a sua vertente turística. E entender este pilar como uma importante complementaridade da sua economia, mas ao mesmo tempo como um sector que exige muito profissionalismo e uma grande articulação com a nova entidade Turismo Douro. É exigível mais e melhor animação, mais e melhor oferta. Mais e melhor organização. O exemplo que este executivo deu de incapacidade e incompetência a este nível está bem patente no processo que conduziu à perda da propriedade do Parque Termal das Caldas do Moledo.

NOVOS DESAFIOS / NOVAS SOLUÇÕES

Hoje, na era da rede, da partilha, e do intermunicipalismo, também se joga regionalmente uma competição pela atracção de residentes. Com uma auto-estrada como a A24, trabalhar em Vila Real, Lamego ou Régua, não condiciona significativamente a opção de residência. São outras as variáveis que influenciam essa decisão. Temos que ser competitivos a este nível. Temos que atrair mais residentes, através da fiscalidade autárquica. O Partido Socialista durante este mandato, propôs, mas o PSD rejeitou. Nós dizemos claramente aos reguenses. Vamos baixar o IRS e o IMI. Vamos tornar a Régua mais competitiva.

Também ao nível do comércio tradicional se impõe uma redefinição de política e orientação. O comércio personalizado, tradicional, faz parte da história da Régua, e foi um dos pilares fundamentais para o seu crescimento nos séculos XIX e XX. O comércio tradicional enfrenta hoje uma concorrência muito dura e difícil. No actual panorama, impõem-se soluções que minimizem o impacto negativo sobre o pequeno comércio, do excesso de lojas de média e grande dimensão no nosso concelho. É urgente criar soluções de estacionamento, soluções para estacionamento de curta duração, paragens para cargas e descargas, sobretudo na rua dos Camilos, soluções eficientes para a circulação automóvel. O comércio tradicional não é só economia. É também um património de história e cultura da capital do Douro.

Meus Amigos, Caros Reguenses:

Mas, se os conceitos sobre Politica Autárquica de Nova Geração, e portanto a promoção do desenvolvimento económico, nada dizem a este executivo, a avaliar pela sua actuação nestes quatro anos, o mesmo já não se passa com o ordenamento urbano, no qual, apesar de nada ter feito em concreto, promete vir a cometer erros da maior gravidade.

O PSD pretende construir piscinas ao lado do Palácio da Justiça, no actual parque de estacionamento, num local que merecia tratamento e requalificação compatível com um melhor enquadramento na envolvência residencial e de serviços. Um largo, uma praça, onde ao estacionamento fosse acrescentado embelezamento dum moderno espaço público. Mas não. Piscinas Municipais, com o Palácio da Justiça, o Hospital, o Centro de Diálise, o Novo Centro Escolar. Muitas centenas de pessoas a convergir diariamente para o mesmo local.

O PSD promete ainda construir um Auditório e respectivo parque de estacionamento subterrâneo na Alameda dos capitães. Em jardim público, consolidado e embelezado há poucos anos. Porquê construir estes novos equipamentos nestes locais? Porquê amontoar a cidade, porquê afunilar a cidade?

O Partido socialista alertou o PSD mas não foi ouvido. Piscinas no Palácio da Justiça e Auditório na Alameda é um gravíssimo erro, próprio de quem tem uma visão muito redutora do crescimento e ordenamento urbano. Próprio de quem não tem visão nem ideias para o desenvolvimento da cidade, próprio de quem, a toda a pressa, pretende mostrar serviço, ou melhor, prometer atabalhoadamente dois equipamentos muito desejados pela população.

Somos pela construção destes equipamentos, mas em espaços próprios, alguns já existentes, e outros que resultem do desenvolvimento de novas centralidades.

E que dizer da nova colocação da feira semanal? Uma das zonas mais nobres da cidade, a sala de visitas para o turista que nos visita, ocupada às quartas feiras com o cenário típico da feira. Um registo terceiromundista. Um prejuízo para o trânsito, um prejuízo para os próprios feirantes, dada a exiguidade do espaço, um prejuízo para a imagem da cidade internacional da vinha e do vinho.

Queremos ser poder autárquico para dar uma nova orientação à cidade. Criar novas centralidades, fazer novos arruamentos nas manchas de vinha que estão no interior da cidade, e construir uma circular à cidade. Temos espaços agrícolas bem perto do miolo urbano que precisam de ser ganhos para o urbanismo, fazendo baixar os preços do terreno para construção, permitindo traçar novos arruamentos e promover a melhoria do trânsito. Já construímos demasiado em altura. Há que criar novas orientações nas edificações urbanas. Mas precisamos de terrenos disponíveis, que os novos arruamentos vão disponibilizar.

Somos por uma cidade ordenada e desafogada, e frontalmente contra a cidade amontoada do PSD. Somos por uma cidade moderna, não demasiado dispersa ou difusa, mas uma cidade equilibrada na ocupação dos espaços agrícolas ou incultos dentro do perímetro urbano. E este sinal distintivo tem que ser bem marcado nesta campanha. Ou a cidade ordenada do Partido Socialista, ou a cidade amontoada do PSD. É também isto que está em causa nestas eleições.

Somos por um concelho em que os investimentos municipais sejam bem repartidos entre todas as freguesias, onde as infraestruturas de água e saneamento sejam concluídas e os equipamentos sociais, culturais, recreativos e culturais sejam concretizados, independentemente da cor partidária da Junta de Freguesia. Somos por um concelho capaz de manter uma rede viária municipal moderna, segura e funcional de ligação às suas freguesias.

Novos Desafios / Novas Soluções

Uma política autárquica de Nova Geração tem que se preocupar também com os apoios sociais. Nalgumas freguesias rurais, como Poiares, Loureiro e Sedielos, temos percentagens muito elevadas de cidadãos com mais de 65 anos. Nunca nenhum governo investiu tanto em apoios sociais. O vultuosos investimentos que o governo tem vindo a aplicar em creches, lares de idosos, centros de dia, cuidados de saúde continuados integrados, e ainda em majorações no preço dos medicamentos, óculos, lentes, próteses dentárias para os idosos pobres, merecerá da futura autarquia socialista todo o apoio e empenhamento na sua valorização, mas também um apoio complementar a esses mesmos idosos pobres, acrescentando aos apoios do governo, um apoio autárquico, de molde a reduzir ao mínimo a parte a pagar pelos idosos.

Face aos actuais custos da água e à provável subida das taxas deste bem essencial nos próximos tempos, criaremos uma diferenciação ou discriminação positiva para as famílias com menores rendimentos, ajudando a atenuar significativamente as despesas da água às famílias mais pobres, considerando como factores relevantes ou valorizantes, o baixo rendimento do agregado e o número de pessoas que o compõem

Uma política autárquica de Nova Geração que introduza a modernização administrativa em todos os seus procedimentos, aplique e desenvolva o que de melhor foi criado até agora no simplex autárquico, e desenvolva a celeridade e as práticas mais avançadas em termos de avaliação e tomada de decisão em todos os projectos. Rigoroso cumprimento da lei, mas ajuda, acolhimento, e boa orientação a todos os projectos.

Uma política autárquica de Nova Geração que una, potencie, mobilize, e que assuma uma postura construtiva com o governo central, uma postura institucional, e não uma postura sectária e não construtiva como aquela que a actual maioria exerceu junto do Ministério da Saúde e que inviabilizou a operacionalização do Protocolo para o Hospital e impediu a negociação e melhoria desse mesmo protocolo.

Somos por um Hospital público e não por um Hospital semi- privado como defende a maioria PSD na Câmara. Somos por um serviço de atendimento urgente 24 horas, pelo reforço dos meios do INEM e pelo aumento das valências, como aquela que ainda recentemente foi instalada, o Centro oftalmológico, um dos melhores serviços do norte do país naquela especialidade. Queremos melhorar e corrigir aquilo que ainda não funciona bem. Mas defendemos uma política de verdade.

O actual Presidente da Câmara, também candidato, recusou a presença do deputado nas reuniões com o Ministério da Saúde. Em reunião de Câmara considerou, com todos os vereadores, que o protocolo proposto pelo Ministério da Saúde era globalmente positivo. Mas recusou-se a negociá-lo, a partilhar da sua implementação e a participar numa comissão com podres para corrigir eventuais disfuncionalidades. Manipulou a informação para culpar o deputado pelo fecho nocturno da urgência. Mais tarde anunciou a cura de todos os males do Hospital com a vinda dum Privado para tomar conta do Hospital. Onde está ele? E Quem iria pagar os tratamentos dos doentes? O privado, a Câmara ou o próprio doente?

Somos por uma política de verdade. Verdade na informação, verdade no discurso, verdade nas contas. A falácia utilizada contra o anterior executivo PS acerca dos gastos e da dívida, cai completamente, se forem analisados os dados da conta de gerência de 2008. Grandes obras não se fizeram nestes 4 anos. O Museu do Douro foi uma obra do governo, a requalificação do campo Artur Vasques foi na sua quase totalidade, paga pelo governo, o Centro Escolar é uma obra nacional, a biblioteca estava em fase de acabamento, o Bairro das Alagoas, em finais de 2005, tinha todos os projectos e financiamento preparado. Mas a dívida aumentou 9%. Afinal onde está o rigor da gestão e a contenção nas despesas correntes?

Somos por uma nova atitude de respeito pelas instituições, respeito pela oposição, respeito pela diferença. Uma nova atitude que faça cultivar e desenvolver a cultura democrática. Nas palavras e nos actos. Engana-se quem pensa que o exercício do poder é um fim em si mesmo. Tudo fazendo para o manter e perpetuar. O poder é um meio para servir os cidadãos, e não um fim. Um meio para fazer o melhor pelas populações, da nossa geração e das gerações vindouras. E como ele é efémero, deverá ser exercido com toda a abrangência, democraticidade, respeitabilidade, deontologia, e com as melhores práticas de gestão da coisa pública e de relação com os outros. Somos por uma nova atitude de independência e defesa das instituições, acima de qualquer interesse, particular ou de grupo, e contra a prepotência, a pressão e o controle político-partidário que este executivo pretende exercer sobre elas, como ficou bem patente no processo eleitoral para esta escola secundária.

Somos por uma nova atitude de respeito pelas juntas de freguesia de cor partidária diferente da nossa. Denunciamos aqui a parcialidade, a chantagem, o desrespeito com que são tratados os autarcas socialistas das juntas de freguesia. Desrespeitam-se protocolos, rompem-se acordos escritos, mudam-se fechaduras, retiram-se espaços legalmente ocupados, retêm-se pagamentos.

Somos pela cultura e abrangência democráticas. A cultura que una todas as instituições do concelho, numa rede sólida

Meus Amigos, Caros Reguenses:

Termino com uma referência a valores que me são muito caros e que considero imprescindível serem praticados para quem está na política. Ética e transparência. Ética e transparência no processo eleitoral, ética e transparência no exercício do poder autárquico.

A limpidez nos comportamentos e nos processos é uma exigência cívica, moral e civilizacional. E uma obrigação de todos os políticos.

Meus Amigos, Caros Reguenses:

Temos uma batalha eleitoral muito dura pela frente. Sei o que nos espera. Sei o que me espera. Sei como o adversário utiliza a desinformação. Sei que armas o adversário utilizou na outra campanha. Mas temos que mobilizar todas as sensibilidades, todas as pessoas do concelho que entendam que chega de conversa, de promessas, de palavras redundantes. Temos que passar a palavra a todos os reguenses, de que há um caminho, há soluções, há vontade e competências na nossa candidatura para inverter a actual tendência.

O estado do marasmo, do erro, da incompetência.

Vamos ganhar a autarquia.

Perante estes Novos Desafios, temos as Novas Soluções.

Viva o Partido Socialista

Viva a Régua


Jorge Almeida

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terça-feira, 23 de junho de 2009

JORGE ALMEIDA - RAZÕES DE UMA CANDIDATURA


Razões de uma Candidatura

John Kennedy, Presidente dos USA, disse um dia, dirigindo-se ao cidadão americano, uma das frases mais célebres e imortais da política: “Não questiones o que a sociedade pode fazer por ti. Questione sim aquilo que tu mesmo podes fazer pela sociedade “.

Quem me conhece ou comigo tem partilhado momentos do meu trajecto social ou profissional, quem conhece o meu curriculum vitae, o meu percurso de vida, ou mais recentemente a actividade parlamentar que entretanto desenvolvi, entenderá facilmente a razão da minha dedicação à causa pública e ao ideário expresso por John Kennedy no início da década de sessenta do século passado.

Fui chamado a uma grande causa cívica. Sou candidato a Presidente da Câmara Municipal.

Antes de mais porque é para mim uma honra corresponder ao apelo do meu Partido, o Partido Socialista, e protagonizar um processo eleitoral de reconquista da Câmara da Régua para o PS. Não numa perspectiva de mudar por mudar a cor do poder, mas na perspectiva de um verdadeiro caminho de mudança, à luz dos melhores conhecimentos de gestão municipal e duma nova geração de políticas autárquicas.

Em segundo lugar porque estou preparado. Sei que posso fazer mais e melhor pelo concelho, sei que vou constituir uma equipa melhor preparada que a da actual maioria PSD. Sei que é com uma nova visão, uma nova cultura de relação com os agentes económicos, com as instituições, com a região, com a administração central, com o governo, que podemos crescer e nos afirmar a nível regional, nacional e internacional.

Em terceiro lugar, porque tenho uma ideia para a cidade e o concelho. A Régua enfrenta hoje novos e difíceis desafios que urge solucionar e relativamente aos quais importa orientar as políticas autárquicas. A perda de população, a falta de oportunidades de emprego para as novas gerações, a economia em debilidade, a inexistência de soluções para o ordenamento urbano com novas centralidades, a crise do comércio tradicional, as dificuldades da vitivinicultura, a animação turística, a construção de novos equipamentos, são alguns dos pontos críticos que vão marcar positiva ou negativamente o nosso futuro colectivo. Tenho, perante os actuais desafios, as propostas mais adequadas, as soluções políticas autárquicas que nos permitam promover crescimento e desenvolvimento sustentados, e qualidade de vida para os cidadãos. Há uma mudança de paradigma nas políticas autárquicas a implementar. Uma nova geração de políticas capazes de promover desenvolvimento da economia, atrair investimento, criar emprego.

Em quarto lugar porque entendo imprescindível e vital para a democracia e a confiança dos cidadãos, a prática da ética e da transparência na política. No processo eleitoral e no exercício da gestão da coisa pública.

Jorge Almeida

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segunda-feira, 22 de junho de 2009

Peso da Régua: NOVOS DESAFIOS - NOVAS SOLUÇÕES




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NOVOS DESAFIOS - NOVAS SOLUÇÕES: A apresentação da candidatura revelou a força, a consistência e o querer dum projecto com futuro para a Régua Cidade Internacional da Vinha e do Vinho. Juntos, com a nossa razão e a força dos afectos, construiremos a vitória. JA

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quarta-feira, 17 de junho de 2009

AUTÁRQUICAS' 09 - CANDIDATURA PS


O Dr. Jorge Almeida apresenta a sua Candidatura à Câmara Municipal no próximo dia 21 de Junho na Escola Secundária Dr. João de Araújo Correia.

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sábado, 6 de junho de 2009

COM CUMPRIMENTOS DE NUNO GONÇALVES

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domingo, 31 de maio de 2009

DE QUEM SÃO AFINAL OS OUTDOORS?

Reguense deixou um novo comentário na sua mensagem "FAZ-SE VÍDEOS DE QUASE 60 MIL EUROS?!...":

Para que não fiquem dúvidas nenhumas sobre as estruturas metálicas onde estão sendo colocados os Outdoors na cidade da Régua, foram executadas pelo XXXXX, serralheiro XXXXX, a mando do Eng. Nuno Gonçalves do PSD, como candidato nas últimas eleições à Câmara da Régua, que acabou de vencer e ser Presidente da Câmara da Régua.
Agora quem pagou, bem isso já não sei!
Que as mesmas têm servido à colocação de toda a publicidade da Câmara da Régua é uma realidade!
Mas afinal em que ficamos? As Estruturas foram pagas pelo PSD ou a Câmara posteriormente resolveu adquiri-las ao PSD?

Publicada por Reguense em VILLA REGULA a 31/5/09 10:16

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(SERÃO) OBRAS SÓ NO PAPEL?

Realidades deixou um novo comentário na sua mensagem "MAIS OBRA, MELHOR FUTURO":

OBRAS SÓ NO PAPEL

Ultimamente os Jornais Semanários da Região têm divulgado a realização de muitas obras da CÂMARA DA RÉGUA, desde as Piscinas Municipais ao Auditório na Alameda, ao Parque de Estacionamento Subterrâneo na Alameda, à Requalificação Urbana da Cidade, à Zona Ribeirinha, à Requalificação da Ponte Velha, a proteger o Trevo de Quatro Folhas e agora à Passagem para Peões na Estação de Godim e à Rotunda em Vale de Vinhas e a outras, que não vale a pena enumerar.
Será que a divulgação tem alguma coisa a ver por se tratar de ser ano de eleições?
Bom! É que eu dou uma volta pela cidade e não consigo localizar nenhuma dessas ditas obras ou será que essas obras serão "obras apenas no papel"?
Cuidado senhores responsáveis pelo executivo da Câmara da Régua, os reguenses não são estúpidos e estão atentos a todas as manobras!

Publicada por Realidades em VILLA REGULA a 31/5/09 09:38

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sexta-feira, 29 de maio de 2009

MAIS OBRA, MELHOR FUTURO

Anónimo deixou um novo comentário na sua mensagem "FESTA DOS VIZINHOS":

Mais obra, melhor futuro
Passagem inferior pedonal da Estação de Godim e rotunda em Vale de Vinhas avançam

A Câmara Municipal do Peso da Régua vai levar a efeito duas obras que considera essenciais, com vista à criação de condições para maior segurança das pessoas, num contexto de reabilitação urbana. São elas a passagem inferior pedonal na Estação da CP, em Godim e a rotunda na entrada da cidade, no lugar de Vale de Vinhas.
Duas obras de vulto que reafirmam a prioridade dada às pessoas e a importância da resolução de necessidades fundamentais, para a melhoria efectiva da qualidade de vida em Peso da Régua.
A construção de passagem inferior na Estação da CP de Godim permitirá o cruzamento pedonal da via-férrea na direcção Norte-Sul, numa zona urbana de média/alta densidade populacional.
Esta passagem permitirá o encerramento da que existe actualmente, o que, no entender deste Executivo Municipal, se traduzirá no acréscimo de segurança para os peões, prevenindo-se a ocorrência de novos acidentes no local.
O acesso será feito através de duas escadarias, rectas e perpendiculares à via-férrea, bem como por dois elevadores, destinados a pessoas com mobilidade condicionada.
A obra encontra-se em fase de Concurso Público, o que permitirá avançar num curto espaço de tempo.
Com a reformulação dos entroncamentos com as EN108, EM313 e Av. Dr. Manuel de Arriaga, através da construção de rotunda, pretende-se marcar a entrada norte da cidade do Peso da Régua, limitando as velocidades actualmente praticadas nesta zona da EN2 e ao mesmo tempo melhorar, do ponto de vista da segurança na circulação, os movimentos de e para a Av. Dr. Manuel de Arriaga, e por conseguinte ao centro da cidade, que são particularmente difíceis devido à visibilidade insuficiente.Com a construção da rotunda, a Câmara Municipal do Peso da Régua pretende disciplinar o trânsito, conferindo maior mobilidade à cidade, correspondente à segurança que há tanto se reclama para o local.

Estas obras correspondem a objectivos estratégicos para a concretização do rumo traçado, com vista ao ordenamento do território e à requalificação urbana do Peso da Régua a médio/longo prazo.
A passagem inferior pedonal na Estação da CP, em Godim e a rotunda na entrada da cidade, no lugar de Vale de Vinhas obedecem a factores como a oportunidade e imprescindibilidade, sendo considerados prioritárias para o desenvolvimento do Peso da Régua.

Publicada por Anónimo em VILLA REGULA a 29/5/09 17:10

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terça-feira, 19 de maio de 2009

NUNO GONÇALVES PARA DIRECTOR DO SCR

Atleta Juvenil do SCRégua deixou um novo comentário na sua mensagem "O ASSOCIATIVISMO REGUENSE CORRE PERIGO":

O PRESIDENTE DA CÂMARA DA RÉGUA acompanhou os VETERANOS no passado Sábado ao Torneio de Futebol das Regiões de Vinhos, realizado em MELGAÇO, no Minho.

O Presidente da Câmara da Régua viajou no Autocarro da Câmara da Régua, que habitualmente não faz saídas deste tipo (Autocarro) com os veteranos, e não com a equipa dos oficialmente representativos do SCRégua. Os veteranos foram os vencedores do torneio. É de lamentar que o Presidente Nuno não acompanhe as outras equipas, estas sim oficiais do SCRégua e nem assista aos jogos das Camadas Jovens realizados na Régua!
Regressaram à Régua cerca das 06h30 de Domingo, dia 17.
Como se pode verificar aqui o Associativismo está posto em causa, pois o Saraiva, Presidente do Régua, está a ficar abandonado pelo Poder Autárquico, apoiando quem não pertence ao SCRégua, mas sim continua a usar o nome do Clube.
Sabem uma coisa a Campanha eleitoral, já começou!

Publicada por Atleta Juvenil do SCRégua em VILLA REGULA a 19/5/09 07:21

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CDS-PP / FORÇA DR.ª ERNESTINA!

Força Dr.ª Ernestina! Pelos vistos alguém se sente incomodado com o seu trabalho!...

1- CDS deixou um novo comentário na sua mensagem "www.juventudepopularegua.maisblog.net":

Os deuses devem andar loucos. Meu DEUS dêem um pouco de juízo a esta gente. Essa doutorazeca nem um café sabe gerir. Não estraguem mais o cds/pp já bem triste ando eu pelo meu partido não existir. Não destruam pelo menos a nossa história.

Publicada por CDS em VILLA REGULA a 18/5/09 18:40

2- Anónimo deixou um nTamanho da fonteovo comentário na sua mensagem "www.juventudepopularegua.maisblog.net":

Desculpe-me caro nick CDS, a tal doutorazeca como lhe chama, tem a coragem que os ratos de esgoto nunca tiveram.
Sabe bem a que ratos me refiro, sabe bem que os Mendes e outros ratos, talvez o amigo, quando viram o barco a meter água fugiram deixando o partido abandonado.
Como autênticos oportunistas e camaleões políticos alguns colaram-se ao PSD para tentarem atingir os seus objectivos, enquanto outros desmobilizaram.
Pelo menos a Drª Ernestina tem coragem que chegue para tentar reabilitar e mobilizar o partido e provar que apesar da traição de certos elementos, o CDS-PP está vivo e estará presente nas autárquicas com uma lista de verdadeiros militantes.
Será que a nossa candidata já incomoda alguém?

Publicada por Anónimo em VILLA REGULA a 19/5/09 00:16



Manoel de Souza,
de Lamego

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